O que fazer?

Eu nem sei o que fazer ou pra onde me direcionar nos últimos tempos… Há tanta coisa pra ver, ler, ouvir, pesquisar, saber.

Mestrado, trabalho, concursos, eleições, reuniões, mais trabalho, igreja, Deus, família…

São tantas coisas que as vezes me esqueço de que Deus deve sempre vir em primeiro lugar e, por consequência, todo o resto se resolve. Mas, humana e teimosa como sou, sempre quero colocar e fazer tudo de trás pra frente, fora da ordem natural.

Empolgação? Tenho muita, mas por pouco tempo… só o tempo de ela chegar e ir embora.

Paixão? Por poquíssimas coisas e para contá-las não chego a usar todos os dedos sequer da mão direita.

Amor? Aí é complicar demais o que já não é fácil.

Melhor mesmo é continuar como estou…

Será?

Porque o caminho pode ser estreito, tortuoso e cheio de espinhos mas a recompensa, ao final, é melhor do que o mundo inteiro.

O livro de Eli/The book of Eli

Assisti ontem ao filme O Livro de Eli, com Denzel Whashington e Gary Oldman.

Sempre me surpreendo com a capacidade do Gary de se transmutar em diversos personagens porque eu nenhum momento eu me lembrei de Sirius Black ou do Comissário Gordon e isso não é mérito apenas da caracterização do filme.

Já falei aqui que sou muito ruim pra escrever críticas por isso, dessa vez, procurei um texto bem escrito sobre o filme pra compartilhar.

É do Marcelo Forlani para o site Omelete.com.br. Clica na câmera pra ler.

Como também li algumas pessoas não falando muito bem sobre o filme tentei achar alguma crítica negativa, mas bem escrita e não encontrei, pelo menos nas minhas parcas buscas googlísticas. O que vi mesmo foi muita gente que não gosta/não acredita na Bíblia criticar o filme baseando-se simplesmente nisso.

Se alguém tiver uma dica, deixa nos coments ok? 🙂

O post do ano!

“A calça da estação”

Sério, quase tive uma epifania de tanta alegria ao ler esse post da Thereza Chammas no seu blog Fashionismo. Por que pra mim a calça skinny e, principalmente, a sua intensa popularização, foi a pior coisa que já aconteceu no mundo da moda para as mulheres que vestem qualquer numeração acima do 38.

Tem coisa mais antidemocrática (é assim agora? #perdidamodeon) do que uma calça que  só valoriza quem tem pouca bunda, pouco quadril, pouca coxa e pouca panturrilha? NÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOO

Por isso o post da Thereza me deixou tão feliz. Espero que a tendência das calças retas  chegue às lojas muito, mas muito rápido mesmo!

Meu guardarroupa e meu corpo agradecem.

Pra conhecer: Foz do Iguaçu parte III

O outro passeio mais-mais de Foz é o Parque Nacional do Iguaçu onde estão as Catararas do Iguaçu.

A visitação é possível tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino. Vantagens? Os dois lados têm. Vamos às minhas impressões.

Começamos pelo lado argentino, pois é um passeio de dia inteiro. Fomos logo cedo (com van acertada com um representante da agência de viagens no próprio hotel), trocamos reais por pesos no caminho (o lado argentino não aceita dólar ou real!) e aguardamos ansiosamente a chegada.

Após uma breve viagem de cerca de 30 minutos, fomos deixados na entrada do Parque Nacional Iguazú, que é bem bonita.

O passeio começa com um circuito chamado “Trem Ecológico da Selva” que deixa o visitante em estações próximas à entrada das trilhas que levam às cataratas.

Ponto baixo dessa parte? A narração dentro do trem é feita apenas em Inglês e Espanhol. Consideração zero para com o turista brasileiro (e também os demais estrangeiros que falam português, é claro).

A parte mais triste? Não é só no trem que os falantes do português são deixados de lado: por todo o parque espalham-se placas de orientação/identificação somente em inglês/espanhol.

Bem… o passeio dura o dia todo porque a parte argentina do parque é muito maior do que a brasileira. Do lado argentino se tem acesso a praticamente todas as quedas d’água que formam o conjunto Cataratas do Iguaçu. É por esse lado que você consegue passar bem pertinho das quedas menores, praticamente em frente delas…

Leve protetor solar, repelente e vá com calçado/roupas confortáveis, principalmente se estiver com crianças.

Quanto à alimentação, recomendo levar um lanche por conta própria. Os motivos?

Bem, não cheguei a provar o restaurante mas as lanchonetes que se encontram no início das trilhas não são nada recomendáveis, a não ser pela venda da coca-cola. O pão tinha cara de estar dormindo a pelo menos uns 3 dias e o recheio (de presunto e queijo, supostamente) era pífio. O preço então nem se fale….

Ah, aproveitando o momento desabafo… rsrsrsrs… a moeda lá é 1×1. Juro! Nunca vi isso… não existe câmbio… simplesmente, se quiser comprar, é 1 real por 1 peso.

E, pra finalizar o momento #badgirl: a entrada também não é vendida em real ou dólar, apenas em peso embora lá dentro aceite-se as outras moedas.

Mais tarde faço um update com mais fotos porque é lindo e vale muito a pena, apesar de tudo. 😉

P.S. O lado brasileiro fica para o próximo post.