Chá das Horas

Não, eu não vou me casar.

Sim, eu estou organizando um chá de solteira, como gosto de chamar, para uma amiga muito querida que irá trocar alianças em junho.

Como o casamento é em Belo Horizonte e irá reunir diversas amigas de outros estados, decidimos organizar essa comemoração pra celebrarmos nossa amizade e, é claro, o casamento! Pensando nas viagens que faremos e também na praticidade, minha sugestão foi de um chá das horas.

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Um chá das horas consiste em indicar uma hora para cada convidada, que irá presentear a noiva com algo que ela possa usar naquele horário. Por exemplo, a convidada A recebeu a hora 21h: vale um galheteiro, um suporte para vinho… Já a convidada B recebeu no seu contive a hora 07h: vale um jogo de xícaras de café, uma garrafa térmica ou até um travesseiro… vai que você pensa que 07h ainda é hora de estar dormindo, não é mesmo?

A vantagem do chá das horas é que exime a noiva de ter que elaborar uma lista de presentes e, especialmente no nosso caso, proporciona que organizemos o chá como uma verdadeira surpresa pra nossa amiga: ela sabe apenas o dia e a hora, o resto é por nossa conta!

Ano passado eu organizei, com outras amigas, um Chá de Lingerie pra uma amiga de Londrina. Se ela autorizar, conto a história do evento e posto fotos aqui! 🙂

Colecionando Barbies…

Quando eu era criança adorava bonecas, de qualquer tipo, mas tendo dois irmãos mais velhos e uma irmã mais nova era difícil ter os brinquedos mais caros. Embora não me tenha faltado nada essencial para um crescimento saudável e feliz, também não tínhamos dinheiro “sobrando”.

Assim, as Barbies “de verdade” sempre foram fascinantes pra mim, que apenas tive algumas “alternativas”, compradas no camelô mais próximo rs

Entrei pra faculdade, estagiei, fui efetivada e demitida. Completei o círculo quase inevitável do trabalho e quando recebi minha indenização, a primeira coisa que fiz foi comprar uma Barbie, das mais incrementadas, com acessórios e roupas impecáveis…

Voltei a ser criança, literalmente.

É claro que, em parte, foi um capricho, mas o fascínio por essas bonecas nunca diminuiu, ou diminui. E foi assim que, ano após ano, fui adicionando aquisições, tanto pra guardar quanto pra brincar. Minhas primas ficam fascinadas quando vão na minha casa. As mais velhas eu deixo tocar, olhar e até brincar. As mais novinhas tem que se contentar em olhar só de longe hehe.

No começo, eu me contentava com as mais simples, encontradas em qualquer loja como a coleção Fashionistas ou a Profissões…

Recentemente, entretanto, comecei a pesquisar mais e achei algumas preciosidades da Barbie, que são as edições de colecionador. Minha top na lista de desejo é a Barbie Grace Kelly no traje do casamento da princesa. Lindíssima!

Os detalhes são tão perfeitos que nem sei o que vou fazer quando ela chegar nas  minhas mãos, em um futuro próximo, eu acho rs Vou ficar muito dividida entre deixar guardadinha na caixa e abrir logo pra colocar no suporte e exibi-la 😛

Mas enquanto ela não vem até mim ($$$), me contento com outra que comprei ano passado, em que a boneca está caracterizada como a atriz no filme To Catch a Thief.

Ela é linda e os detalhes são perfeitos! E enquanto não compro a Grace Kelly Bride, vou me contentando em aumentar a coleção com outros modelos, especialmente as que tem cabelos vermelhos. Mais pra frente posto mais fotos da minha coleção por aqui. =)

P.S. Todas as fotos aumentam ao clicar.

Uma partida de futebol diferente

Há um tempo atrás uma colega do mestrado, a Eloísa, me enviou um vídeo do YT com uma partida de futebol entre filósofos. Isso porquê, além de a minha dissertação estar sustentada no pensamento de um (Foucault), nós estávamos tendo contato com vários outros, através das disciplinas do curso. É assim que acabei vendo Sócrates, Marx, Heidegger, Arquimedes, Epicuro e companhia numa partida de futebol surreal. Confiram!

Todas as vezes que assisto, morro de rir, principalmente no final, quando começam a discutir por causa do gol. Sem contar os árbitros, é claro: Confúcio, São Tomás de Aquino e Santo Agostinho….

*Monty Python, os criadores desse quadro, era um grupo de homor britânico dos anos 60/70  e cujas esquetes fazem sucesso até hoje.