Bristol e Bath – Parte 2

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No primeiro post sobre essas duas cidades eu falei um pouquinho do nosso passeio por Bristol. Agora vou falar da nossa ida para Bath a partir de lá.

Quando chegamos a Bristol usamos o google maps no telefone pra caminhar até o hotel (e foi uma BOA caminhada). Quando fizemos o check-out no dia seguinte, olhamos para o outro lado do rio e o que estava lá? Isso mesmo! A estação de trem, a menos de 500 m da gente! Só nos restava rir mesmo…

A parte triste dessa manhã em Bristol foi a chuva, que não nos deixou passear pela cidade como tínhamos planejado. O jeito foi aproveitar pra dormir um pouco mais, passar no Starbucks pro café da manhã e seguir pra estação.

De Bristol a Bath são cerca de 30 minutos de trem e chegamos lá por volta de meio dia. A chegada pra mim é meio nebulosa… Eu estava tão encantada de estar lá que não consegui registrar muita coisa na memória durante a primeira hora. Mas sei que tratamos de encontrar o Museu da Jane. Esse dia foi realmente muito emocionante!

O Museu tem diversos itens relativos a Jane mas aprendemos que não foi exatamente naquela casa que ela morou e sim em outra duas portas acima ou abaixo, não lembro. Há também uma palestra antes de a visita começar e que foi bem emocionante, onde uma das moças que trabalha no museu conta um pouco sobre a história da Jane e da família dela (mesmo não sabendo muito de inglês consegui entender bem tudo o que ela disse).

Lá também encontramos diversos itens relativos aos filmes e minisséries já produzidos, incluindo fotos autografadas de alguns membros dos elencos.

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Além do museu ainda passamos pelo Royal Crescent, que é lindo demais e impossível não imaginar Anne e Frederick passeando por ali depois do noivado… viagem no tempo! Vê se não dá vontade de rolar nesse gramado?????

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Infelizmente pegamos um dia nublado e até com chuvas esparsas, então nem pudemos aproveitar um parque lindo que tinha por lá… Ah, e foi aí também que provei o famoso pastel da Cornualha pela primeira vez… uma delícia e muito barato!

Se quiserem alguma dica/informações, fiquem a vontade pra perguntar nos comentários.

Bristol e Bath

Eu estava na dúvida sobre como começar a falar sobre a nossa viagem, mas aí lembrei que em um dos posts sobre a organização, eu fiz uma lista dos principais lugares que gostaríamos de visitar… Assim, resolvi seguir aquela lista e ver se realmente consegui ver e visitar tudo o queria.

Bath estava na lista desde sempre mas Bristol foi indicação de um amigo e após muita pesquisa, decidimos por fazer as duas cidades partindo de Plymouth e passando uma noite em Bristol, já que as passagens de trem estavam mais baratas para esses trajetos. A saída de Plymouth foi bem tranquila, pois reservamos o trem das 09:25 e chegamos por volta de 11:20 em Bristol, na estação central.

Nós havíamos reservado o Ibis Hotel Temple Meads, que fica pertinho da estação e não muito longe do centro. A reserva foi sem café da manhã pois era apena um dia e pelo valor que o Ibis cobra (cerca de 11 libras, se não me engano) poderíamos comer até melhor na rua.

A chegada à Bristol também foi tranquila, tirando o fato de que usei o google maps do iPhone pra ver o trajeto até o hotel e foi uma caminhada de mais ou menos um quilômetro (Dani vai me corrigir se eu estiver calculando errado rs). O check-in também foi tranquilo e depois de descarregar nossas mochilas, já saímos para andar pela cidade. Nosso primeiro objetivo era comer e o segundo andar pela cidade e descobrir o caminho para a Clifton Suspension Bridge, cuja vista, disseram pra gente, era linda.

Com a ajuda de um mapa que pegamos no hotel e de novo do google maps (comprar um chip local com plano de dados vale muito a pena!) saímos à caça de um centro comercial pra almoçar.  Dessa vez fomos de Burger King mas até onde me lembro, em 29 dias de viagem, foram pouquíssimas as vezes em que recorremos à redes de fastfood (pra mim o Shake Shack não se enquadra nessa categoria mas essa é outra história).

E no centro comercial também não teve jeito: nos perdemos numa livraria e numa filial da Boots, o que não foi muito esperto já que, segundo o mapa do telefone, nós teríamos uma caminhada de quase 4km até a ponte. Mas quem disse que lembramos disso na hora? Só rindo mesmo!

A vista, tanto da ponte quanto a partir da ponte é realmente magnífica. Valeu cada centímetro daquela caminhada morro acima, mesmo que eu já estivesse morta antes do quilômetro final!

 

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Ah, e o tempo feio também não impediu que a gente aproveitasse o passeio mesmo pegando um chuvisco aqui e ali.

E a partir da ponte, a gente visualizou o que parecia uma construção militar e pensamos: já estamos aqui, não é? Vamos subir!

Tá vendo ali no cantinho?

Tá vendo ali no cantinho?

A vista realmente valia pena. Infelizmente não pudemos ficar até a noite, quando a ponte é iluminada mas as fotos falam por si:

Vida difícil...

Vida difícil…

E depois disso, ainda tínhamos que voltar pra cidade (olha os 4km de novo! hahahahaha). É claro que estávamos mortas de fome e a missão se tornou encontrar um lugar pra jantar.

Voltamos às imediações do hotel já debaixo de chuva e, por acaso, encontramos um restaurante italiano que atendia bem às nossas necessidades: fechado, aquecido e com comida fácil de escolher. Ele se chama Piccolino e eu acabei entrando a página deles na internet – http://www.individualrestaurants.com/piccolino/bristol/ – e também no Facebook: https://www.facebook.com/Piccolino.Bristol.

Embora tenhamos tirado muita foto de comida ao longo da viagem, dessa vez estávamos tão famintas que demos graças a Deus quando o garçom chegou com o nosso pedido… aí foi só degustar. Lembro que pedi uma lasanha e estava deliciosa 🙂

Como esse post já ficou muito grande, vou deixar pra falar de Bath no próximo. Até lá!

*Bônus: fotos da Clifton Suspension Bridge iluminada (encontradas pelo google imagens)

Clifton Suspension Bridge

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