O primeiro episódio da nova série


O primeiro episódio começa bem tranquilo, mostrando a vidinha monótona da acompanhante da vez: Rose Tyler. Mas após os primeiros minutos de monotonia, logo temos o Doctor (!) e sua frase que, na primeira temporada, se torna recorrente e muito engraçada a cada vez que ele a usa: Run for your life! ou simplesmente Run!

Corra por sua vida! É o que este Doctor, interpretado maravilhosamente por Chris Eccleston sempre fala em situações de perigo. Ou brilliant, como a cada vez que percebe ou se gaba de ser muito mais inteligente e esperto do que qualquer um a sua volta.

Explosões, invasões, monstros interplanetários e quaisquer outras situações de perigo que você possa imaginar estão presentes na saga de um “doutor” que cruza o espaço e o tempo em sua nave em forma de cabine telefônica – Tardis – com o único objetivo de proteger a Terra e seus habitantes.

Mas por trás de sua aparente auto-suficiência existe um alienígena que é o único de sua raça que sobreviveu a uma Guerra do Tempo e viu seu planeta natal ser destruído.

Agora ele vive em sua Tardis – Time and Relative Dimensions in Space -, voando por aí, sempre em busca de aventura e do novo. Rose Tyler é a escolhida para ser sua acompanhante, embora não se saiba o que ele vê numa garota jovem, com um emprego simples e que não viu muito da vida ainda.

Ao longo do primeiro episódio, entretanto, já podemos perceber a intuição do Doctor em ação: Rose é esperta, inteligente e possui uma alegria esfuziante, sempre querendo aprender mais. É também nesse episódio que já vemos um pouco da tristeza e solidão que acometem o Doctor de tempos em tempos.

Embora ele tenha todo o tempo do mundo, não tem com quem compartilhar esse tempo.

Ao longo da temporada conhecemos um pouco mais de sua personalidade e do seu ego muitas vezes inchado, o que nos dá situações hilárias.

E também conhecemos mais a Rose, que, nesse primeiro momento, é o contraponto ideal para o Doctor.

Dinho Ouro Preto

Bem, já que começamos falando de Capital Inicial e Dinho, inspirações para a minha entrada na blogosfera, vamos começar com o perfil do moço também…
Dinho Ouro Preto, apelido de Fernando Ouro Preto, nasceu em Curitiba, a 27 de abril de 1964. Foi criado em Washington, Viena e Genebra voltando a morar no Brasil aos 16 anos. É filho de diplomata e tataraneto do Visconde de Ouro Preto.
Era a época da ditadura e a tribo punk invadia as ruas de Brasília. Dinho já tocava nesse período e ao terminar o colégio decidiu prestar vestibular pra Sociologia. Tudo isso porque os amigos lhe cobravam um posição política definida.
Fez o vestibular mas, reprovado, desistiu de cursar faculdade e viu a música virar uma necessidade de sobrevivência em sua vida, visto que odiava Brasília. Ironicamente, passou a gostar da cidade e a não querer mais sair de lá.
Dinho ingressou no Capital Inicial aos 19 anos, tendo feito um “estágio” como baixista antes de fazer parte definitivamente do grupo. Nesse meio tempo, seus pais estavam no exterior e só souberam de sua escolha profissional quando a banda já fazia sucesso.
Quando o Capital completou 10 anos de carreira, Dinho deixou a banda, fundando a banda Vertigo, que não foi em frente.
Em 1998 voltou ao Capital, agora já casado e com a filha Giulia nascida. É nesse ano que o Capital grava o disco Atrás dos Olhos, do qual uma das músicas é Giulia, composta pelo cantor em homenagem à filha.
Além de ter lançado o disco Vertigo, em 1994, Dinho também lançou um solo, Dinho Ouro Preto, em 1995.
Em 2009 está com o Capital na turnê Ao Vivo, devendo voltar aos estúdio com a banda em 2010 pra gravar novo disco.
***
Bem, o que posso dizer desse cara que canta pra caramba e tem uma energia louca no palco? Que provavelmente ele ainda não saiu da adolescência? É o que uma amiga me disse, e eu concordo…
Só o vendo no palco pra entender…
E não falo como um insulto ou algo desdenhoso. Acho que muito do encanto e da eletricidade das apresentações do Capital estão nesse resíduo de adolescência do Dinho, que torna tudo muito mais leve e solto.
A gente se solta mesmo, pula, fala palavrão, grita, fica rouco e sai de lá feliz da vida, sabendo que a semana sem poder falar direito vai valer muito a pena!

E não se esqueça, participe da Campanha!

Campanha

É isso… está aberta a campanha “Mande o Dinho pra casa da Eveline”! Se você quiser contribuir, mande o Dinho Ouro Preto pra minha casa.

Quer saber como? É bem simples…

Vasculhe o seu micro e procure uma foto, uma música, uma notícia, um texto ou um arquivo qualquer relacionado ao Capital Inicial, Titãs, Paralamas do Sucesso ou outra banda de rock de sua preferência…

Isso mesmo! Não precisa ser o Dinho em carne e osso, pois sou modesta 😉

Lembre-se, pode ser qualquer coisa! Até mesmo algo da sua memória… se você já foi a algum show e rolou algo muito legal e quer compartilhar, faça isso!

O e-mail de contato é o dinhopraeveline@gmail.com – aguardo suas contribuições!