Pra conhecer: Foz do Iguaçu Parte I

Foz do Iguaçu é um município localizado no Estado do Paraná, exatamente na divisa entre Brasil, Argentina e Paraguai, divisa essa que é conhecida como tríplice fronteira.

Essa cidade, como todo mundo sabe, é conhecida por abrigar a maior usina hidrelétrica (em geração de energia) do mundo – a Itaipú Binacional – e também o Parque Nacional do Iguaçu, onde estão as famosas Cataratas do Iguaçu.

Bem, essa parte todo mundo conhece, claro. Quero mesmo é falar um pouquinho sobre como foi minha viagem pra lá, em Janeiro de 2009.

Fui com meus irmãos, de carro, no dia 01/01 e voltamos no dia 04/01/2009. Pouco tempo? Talvez…

Tem como aproveitar assim mesmo? Com certeza!

De Dourados/MS, onde moro, são aproximadamente 500km e 7 horas de viagem de carro. Saímos antes do sol nascer e chegamos lá ainda pro almoço.

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Outras distâncias que podem interessar. Saindo de:

Campo Grande/MS: 730km – 10 horas de viagem

Curitiba/PR: 630km – 8 horas de viagem

Florianópolis/SP: 936km – 12 horas de viagem

São Paulo/SP: 1.056km – 13 horas de viagem

Belo Horizonte/MG: 1.653km – 20 horas de viagem

Goiania/GO: 1.400km – 18h horas de viagem

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Claro que são apenas referências pois a disponibilidade de tempo (e também a coragem e as finanças, claro) influenciam muito sobre ir até lá por meios terrestres ou aéreos.

Como fomos com pouco tempo disponível procuramos otimizar ao máximo os dias por lá, visitando os pontos mais comentados: a Usina de Itaipú, o Parque Nacional de Iguaçu (tanto o lado brasileiro quanto o argentino) e também um pulinho em Cidade do Leste, no Paraguai e no Duty Free argentino.

Este é o primeiro de uma série de posts a serem publicados nos próximos dias pra falar só de Foz do Iguaçu. Além dos pontos turísticos visitados pretendo comentar sobre outros passeios que dá pra fazer por lá e também deixar um monte de links aqui pra quem quer se aventurar. Espero que gostem. 🙂

Nascer do Sol

Se quer viajar tem que madrugar!

Foto: Acervo Pessoal
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Mestrado…

“No Brasil o Mestrado é o primeiro nível de um curso de pós-graduação stricto sensu, que tem como objetivo, além de possibilitar uma formação mais profunda, preparar professores para lecionar em nível superior, seja em faculdades ou nas universidades e promover atividades de pesquisa. Um curso de pós graduação se destina a formar pesquisadores em áreas específicas do conhecimento. Seu passo seguinte será o doutorado, onde se capacitará como um pesquisador, assim como as suas especializações, o Pós-Doutorado e/ou a livre-docência. Note-se, entretanto, que o mestrado não é pré-condição obrigatória para o ingresso no doutorado, alunos com um desempenho muito bom na graduação podem ser aceitos diretamente no doutorado. Esta aceitação depende da legislação particular de cada Universidade.”

Fonte: Wikipedia

Não custa tentar, não é verdade?

Filmes do mês: Star Trek 2009

Star Trek Poster

O filme deste post não vem dos cinemas mas sim do DVD.  Star Trek ou Jornada nas Estrelas, como é conhecido no Brasil, esteve em cartaz a partir de maio do ano passado, trazendo de volta pras telonas mais uma produção dessa franquia que é um sucesso de longa data.

Pra mim, que sou super fã de tudo que é relacionado à Jornada, foi uma emoção ver um filme realmente bom. E a cada personagem que ia surgindo na tela era uma exclamação ou uma risada, tanto pela surpresa de ver como certos atores se deram tão bem com seus personagens quanto pela alegria de ir descobrindo aos poucos como tudo começou.

Zachary Quinto, na pele de Spock, é pra mim aquele que mais evoca a emoção da Série Clássica e também da Nova Geração. Perfeito na caracterização, quase nos faz pensar que é, realmente, um Leonard Nimoy mais novo quem está ali. Ainda assim, durante todo o filme, tenho certeza de que Zachary também está lá.

Chris Pine chega a ser um caso a parte. Não conseguia imaginá-lo como o Capitão Kirk antes de assistir o filme mas agora já assimilei. Alguns de seus personagens anteriores como esse e esse não ajudavam muito, é certo, embora eu goste dos trabalhos dele. Que fique claro: nada contra comédias românticas, até porque adoro esse gênero de filme, mas talvez por grande parte dos atores direcionarem-se sempre pra um mesmo tipo de personagem é que atuações como a do Chris me surpreendam.

E então aparece Karl Urban com seu novo Magro.

Simon Pegg como Scotty.

Zoe Saldana e sua Uhura.

John Choo como Sulu.

Então, quando a gente pensa que só o Eric Bana (como Nero) pode melhorar tudo…

Aparece o Chekov (Anton Yelchin) e deixa tudo muito mais divertido!

Anton Yelchin Chekov Star Trek 2009

O garoto é realmente bom e promete. Só o sotaque já me fez rir demais! Uma dica? O final é TUDO. É emocionante, é excitante, é icônico e ainda deixa aquele gostinho de quero mais.

Eu quero muito mais, com certeza!

Dança de Salão

“A dança de salão tem origem nos bailes das cortes reais européias, tomando forma na corte do Rei Luís XIV, na França. É possível que o abraço lateral venha do fato de que, na época, os soldados carregavam a espada no lado esquerdo, como é mostrado nas fotos “O Bailarino” de Caroso. Também era evidente a postura clássica, ereta e com o torso fixo como no balé, que tem a mesma origem.

A forma de dança em casal foi levada pelos colonizadores para as diversas regiões das américas, onde deu origem às muitas variedades à medida que se mesclava às formas populares locais: tango na Argentina, o maxixe, que deu origem ao samba de gafieira, no Brasil, a habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos como a salsa, o bolero, a rumba etc.” Fonte: Wikipedia

A verdade é que toda em que penso em dança de salão me vem à memória o glorioso tango protagonizado por Al Pacino em Perfume de Mulher.

E na quarta-feira, após algumas palavras do Saulo, professor de dança de salão, entendi porque esse tango me fascina tanto.

Segundo ele, para a mulher dançar bem ela precisa se sentir segura nos braços homem, senão não o deixará conduzí-la e o que o personagem do Al Pacino faz?

Transmite toneladas de segurança à mocinha sortuda que se diverte com a dança e se deixa levar pelo momento. Resumindo: sentir segurança nos braços do cavalheiro é fundamental para a dama. (Acho uma lindeza isso: não são pares de dança, são Dama e Cavalheiro…. S2)

Um aviso: tem muita mulher sozinha nas aulas de dança. Meninos, se animem!!!!!

Filmes do mês: Simplesmente Complicado

Eu assisti Simplesmente Complicado na minha última tarde no Recife, nas férias de fevereiro (eu não tenho férias de janeiro – deixo esse mês pros papais e mamães que trabalham comigo :))

Juro! Fazia tempo que eu não ria daquele jeito dentro de um cinema! Mesmo não sendo muito fã do Alec Baldwin, acho que ele mandou muito bem… Só escorregaram em ficar exibindo aquela barriga peluda…. [:P] (A bunda era de um dublê, felizmente…. rs)

Steve Martin num papel mais certinho também foi muito legal de ver mas e o baseado? Ele e a Meryl arrasaram!

Mas, acima da boa história, das boas atuações e das risadas está o genro que, pra mim, roubou a cena demaaaaaaais!

John Krasinski arrebenta, literalmente. Tem o timing perfeito pra comédia (roubei a fala da amiga Dani ;)) e me fez dar as gargalhadas mais escandalosas do cinema e olhe que sou especialista em rir escandalosamente, incluindo crises de tosse e falta de ar…

Não gosto muito de falar sobre enredo ou tentar descobrir “a moral da história” até mesmo porque pode virar chuva de spoilers e eu não sou muito chegada neles. Estragam a festa…

Se quiser dar muita risada, fica a dica!

Enjoy the movie!

Enjoy the movie!

Filmes do mês: Um olhar do paraíso (Lovely Bones)

Um Olhar do Paraíso conta a história de uma garota que, após assassinada, permanece numa espécie de mundo intermediário, observando como sua família lida com sua perda.

Observar não é bem o termo apropriado já que Susie acaba influenciando não só a própria família como outras pessoas também.

Apesar de uma cena à la Ghost, as tomadas do limbo são belíssimas e vale a pena ver Stanley Tucci num papel muito diferente. Se você se lembra dele apenas por O Diabo veste Prada, vai se surpreender com os sentimentos que ele consegue evocar no telespectador.

Rachel Weisz está irreconhecível e Rose McIver, que interpreta a irmã mais nova de Susie, trabalha muito bem. Ela é responsável por uma das cenas mais tensas do filme.

Susan Sarandon dá a impressão de estar ali só para fazer graça e tentar dar leveza ao filme no que falha, ela ou a direção, consideralmente.

Mas ainda assim, com certeza, vale a ida ao cinema.