Bristol e Bath

Eu estava na dúvida sobre como começar a falar sobre a nossa viagem, mas aí lembrei que em um dos posts sobre a organização, eu fiz uma lista dos principais lugares que gostaríamos de visitar… Assim, resolvi seguir aquela lista e ver se realmente consegui ver e visitar tudo o queria.

Bath estava na lista desde sempre mas Bristol foi indicação de um amigo e após muita pesquisa, decidimos por fazer as duas cidades partindo de Plymouth e passando uma noite em Bristol, já que as passagens de trem estavam mais baratas para esses trajetos. A saída de Plymouth foi bem tranquila, pois reservamos o trem das 09:25 e chegamos por volta de 11:20 em Bristol, na estação central.

Nós havíamos reservado o Ibis Hotel Temple Meads, que fica pertinho da estação e não muito longe do centro. A reserva foi sem café da manhã pois era apena um dia e pelo valor que o Ibis cobra (cerca de 11 libras, se não me engano) poderíamos comer até melhor na rua.

A chegada à Bristol também foi tranquila, tirando o fato de que usei o google maps do iPhone pra ver o trajeto até o hotel e foi uma caminhada de mais ou menos um quilômetro (Dani vai me corrigir se eu estiver calculando errado rs). O check-in também foi tranquilo e depois de descarregar nossas mochilas, já saímos para andar pela cidade. Nosso primeiro objetivo era comer e o segundo andar pela cidade e descobrir o caminho para a Clifton Suspension Bridge, cuja vista, disseram pra gente, era linda.

Com a ajuda de um mapa que pegamos no hotel e de novo do google maps (comprar um chip local com plano de dados vale muito a pena!) saímos à caça de um centro comercial pra almoçar.  Dessa vez fomos de Burger King mas até onde me lembro, em 29 dias de viagem, foram pouquíssimas as vezes em que recorremos à redes de fastfood (pra mim o Shake Shack não se enquadra nessa categoria mas essa é outra história).

E no centro comercial também não teve jeito: nos perdemos numa livraria e numa filial da Boots, o que não foi muito esperto já que, segundo o mapa do telefone, nós teríamos uma caminhada de quase 4km até a ponte. Mas quem disse que lembramos disso na hora? Só rindo mesmo!

A vista, tanto da ponte quanto a partir da ponte é realmente magnífica. Valeu cada centímetro daquela caminhada morro acima, mesmo que eu já estivesse morta antes do quilômetro final!

 

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Ah, e o tempo feio também não impediu que a gente aproveitasse o passeio mesmo pegando um chuvisco aqui e ali.

E a partir da ponte, a gente visualizou o que parecia uma construção militar e pensamos: já estamos aqui, não é? Vamos subir!

Tá vendo ali no cantinho?

Tá vendo ali no cantinho?

A vista realmente valia pena. Infelizmente não pudemos ficar até a noite, quando a ponte é iluminada mas as fotos falam por si:

Vida difícil...

Vida difícil…

E depois disso, ainda tínhamos que voltar pra cidade (olha os 4km de novo! hahahahaha). É claro que estávamos mortas de fome e a missão se tornou encontrar um lugar pra jantar.

Voltamos às imediações do hotel já debaixo de chuva e, por acaso, encontramos um restaurante italiano que atendia bem às nossas necessidades: fechado, aquecido e com comida fácil de escolher. Ele se chama Piccolino e eu acabei entrando a página deles na internet – http://www.individualrestaurants.com/piccolino/bristol/ – e também no Facebook: https://www.facebook.com/Piccolino.Bristol.

Embora tenhamos tirado muita foto de comida ao longo da viagem, dessa vez estávamos tão famintas que demos graças a Deus quando o garçom chegou com o nosso pedido… aí foi só degustar. Lembro que pedi uma lasanha e estava deliciosa 🙂

Como esse post já ficou muito grande, vou deixar pra falar de Bath no próximo. Até lá!

*Bônus: fotos da Clifton Suspension Bridge iluminada (encontradas pelo google imagens)

Clifton Suspension Bridge

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